Na “greve dos médicos (11 e 12 de Julho 2012), na condução da fase preparatória, houve erros políticos de palmatória, porque houve uma indisposição, uma tentativa de responder com voz grossa a uma movimento que estava a ser delicadíssimo e inteligentíssimo nos seus argumentos”. Este foi um dos acontecimentos em que que Paulo Macedo perdeu o pé, reforçando o poder da Ordem dos Médicos.
A Ordem dos Médicos, que tinha perdido uma grande parte da sua força, conseguiu reganhar força com uma greve inteligente, bem gerida e aproveitando um motivo muito sólido e de grande aceitação popular.
Correia de Campos, JN 04.09.12
Poucos meses depois…
É vez do ministro da saúde, Paulo Macedo triunfar: «O Ministério da Saúde informou, em comunicado, que o «acordo geral agora assinado», com os sindicatos dos médicos «resulta de 10 meses de trabalho negocial» e que «ambas as partes estão satisfeitas com os resultados alcançados com este acordo global». link
Pacificada a classe médica, o grande teste está para breve. Com a reforma da rede hospitalar que o ministro Paulo Macedo pretende reiniciar a todo o vapor ainda este ano.





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