1º Vemos agora a extensão da redução na produção, com muito menor acesso a transplantações, a MCDT (ex. fisioterapia e outros) e transportes e, sobretudo, a consultas e urgências (segundo o quadro do saudesa ao todo houve menos 1,871 milhões entre urgências, consultas e sessões de HD, já incluindo aumento de 104 mil CE hospitalares). Assim é fácil poupar mas o que vai resultar, no futuro, é aumento de custos e menos saúde. link
2º O técnico, como a imprensa o quer apresentar, afinal não o é. Disse no Porto ontem, cf Público, que o CMIN resultava de mau planeamento anterior e que tinha 30 mil mts quadrados para substituir 8 mil da MJD. Nada mais falso:
a) Era planeamento nacional contemplado com investimento comunitário para ser um Centro materno-infantil para a região norte;
b) Visa substituir a MJD, o HMPia e serviços de pediatria que estavam no HGSA.
c) Comparado com o H Pediátrico de Coimbra é como um tremoço face a uma lagosta (30 mil vs 120 mil metros!)
... e não me venham dizer que o Sr Ministro não sabia. Manipulação, pura e simples. link





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