O Instituto Português de Oncologia (IPO) do Porto vai ter de devolver ao Serviço Nacional de Saúde 56,2 milhões de euros que facturou indevidamente com medicamentos para o cancro (quimioterapia oral), entre 2008 e 2011, determina o Tribunal de Contas (TC) numa auditoria divulgada nesta quarta-feira.
O TC defende também que os gestores do IPO Porto responsáveis pela facturação e codificação indevida devem ser alvo de sanções individuais e até recomenda a suspensão de pagamentos enquanto a situação não for regularizada.
JP 04.12.13 link
Relatório de Auditoria n.º 24/2013–2ª Secção, processo n.º 23/2013 link





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