NHS


O NHS, "vai durar enquanto houver gente com a fé para lutar por ele" (Bevan).
England is not alone in its assault on universal health care. Many European countries  are cutting health service budgets in order to get help in dealing with the banking  crisis. In 2012, Portugal raised user charges for health care by €150 million. In 2013, charges will be raised by another €50 million. Between 2011-12, Greece increased user fees and cut the country’s health budget by €1.4 billion. The Czech Republic cut their budget by 30%. At the end of last year Spain used the extraordinary device of a royal decree to repeal overnight its universal health care law and major reductions in health spending have been agreed in Ireland, Ukraine, Latvia, Romania, Hungary and Iceland, the Czech Republic, France, Netherlands and Austria. In all these cases, as in England, households are being forced to take on more of the financial risks of illness, rehabilitation and nursing care.
Meanwhile, in the low and middle-income countries of the world, international aid is increasingly aligned with policies that rely on households continuing to pay for health care. These policies set aside the World Health Organisation’s long-standing commitment to elimination of co-payments: an era of safety nets in which tax financed care is limited to the impoverished has replaced the era of universal access.
The results can only be diminished services for the poor and not-so-poor in a climate of growing injustice. Proponents of the argument that tax-financed or ‘free’ health care is a privilege we can no longer afford are unable to explain why universal health care was instituted when the world’s economy was very much smaller than it is today. If the UK could create an NHS when the country was literally bankrupt, why in England (but not in Scotland or Wales) can the government not sustain the NHS today?
The answer of course is political not financial. These changes are the culmination of a transition from public to private responsibility and control as market dogma spread by large global corporations and financial institutions has penetrated only to abolish an institution that has defined us in our own eyes and internationally. By repealing the government's mandate to provide a health service, the Health and Social Care Act 2012 marks another backward step in this long recessional from universality.
Bevan link said of the NHS it “will last as long as there are folk left with the faith to fight for it”. Many millions of people fought over a century to establish it, millions of us are still fighting for it today; on the streets, in our hospitals, in our campaign groups, in our trade unions, in the corridors of the BMA and the RCN, in the Royal Colleges, in local government and in our parliament. This wanton destruction of the legacy of two world wars and more than a century of activism and commitment to universal public health care is a public health catastrophe. It is an act of tyranny. The NHS in England must be re-established. Our response must be political too.
Allyson Pollock and David Price - Duty to care: In defence of universal health care link

HH EPE, benchmarking


Pela primeira vez o Ministério da Saúde vai divulgar um estudo que compara os indicadores de eficiência de todos os hospitais-empresa (EPE). São 32 centros hospitalares (C.H.) e hospitais cujos gastos foram analisados à lupa.  
Objectivo: “explicar diferenças de acesso, qualidade e desempenho económico-financeiro” e “avaliar o potencial de melhoria de cada hospital em cada uma das principais área de actuação”. Por outras palavras, a partir destes dados, o Ministério da Saúde pode pedir aos hospitais com maior nível de despesa que tomem medidas de corte para conseguirem chegar aos valores apresentados pelas unidades mais poupadas, resultando numa poupança de 438 milhões de euros até ao final de 2015.
O relatório a que o Diário Económico teve acesso tem a data de 8 de Maio é ainda uma versão provisória (o documento oficial deverá ser divulgado nos próximos dias), mas permite perceber que existem grandes assimetrias nos custos dos hospitais, mesmo naqueles com características mais semelhantes.
Por exemplo,no grupo dos seis maiores hospitais do país, o C.H. Universitário de Coimbra gasta 3.014 euros por cada doente que trata, mais 254 euros do que no C.H. Lisboa Ocidental (São Francisco Xavier e Egas Moniz). Se olharmos para indicadores de produtividade, é no C.H. de São João (Porto) que os médicos são mais produtivos. Já em questões de acesso a cuidados de saúde é no C.H. Lisboa Central (S. José, Estefânia, Sta. Marta e Curry Cabral) e no C.H. de São João que a percentagem de consultas e cirurgias realizadas em tempo adequado é maior (ver infografia).
O Diário Económico questionou o Ministério da Saúde sobre o papel futuro desta comparação, mas fonte oficial do gabinete de Paulo Macedo disse apenas que “não reconhece qualquer outro documento que não seja a versão que, a seu tempo,será divulgada”.
O memorando assinado entre o Governo português e a ‘troika’ prevê a realização do ‘benchmarking’ (comparação com a referência) em vários indicadores sobre a actividade dos hospitais.
O relatório promete gerar polémica, a começar pela qualidade dos dados que servem de base à comparação, que já está a ser contestada pelos hospitais com base na notícia publicada ontem pelo Diário Económico.
O Centro Hospitalar de São João divulgou ontem uma nota esclarecendo que “alguns dos dados constantes no relatório (ainda preliminar) da Administração Central do Sistema de Saúde [ACSS] são, no que diz respeito ao Centro Hospitalarde São João, falsos, principalmente porque o número de doentes-padrão está errado, o que condiciona erros em todos os indicadores que dependem deste número”.
Em declarações ao Diário Económico o presidente do hospital, António Ferreira, reconhece que este é um documento “fundamental” para que os hospitais possam aprender uns com os outros, implementando medidas de eficiência. Contudo, ressalva António Ferreira, para que o relatório seja de facto uma boa base de trabalho é preciso “assegurar o rigor absoluto dos dados”. E os dados preliminares da ACSS não reflectem a realidade do São João, cujos indicadores de despesa são até mais baixos, alega o presidente.
Outra “fragilidade” apontada ao relatório é a própria comparabilidade entre hospitais que prestam serviços diferentes. Um gestor hospitalar ouvido pelo Diário Económico, que preferiu não ser identificado, lembra que apesar do Santa Maria e do São João estarem no mesmo grupo de comparação, o primeiro trata doentes com VIH/Sida (cujos tratamentos são muito caros) e o segundo não.
A ACSS reconhece no relatório que o indicador de “doente-padrão” “não incorpora as especificidades particulares de toda a carteira de serviços das entidades hospitalares”, remetendo para uma análise mais detalhada.
E a qualidade do serviço?
O terceiro ponto, e talvez o mais crítico, é que o relatório olha apenas para os custos não tendo em conta os resultados em saúde. “Será que os hospitais com melhores indicadores económico-financeiros são aqueles que garantem maior qualidade?”, lança o mesmo gestor hospitalar, continuando: “Posso ter um hospital muito poupado mas onde a taxa de infecções hospitalares ou de mortalidade é alta”, alerta.
Este ponto da discussão lança a “pergunta para um milhão de euros”: se os hospitais menos eficientes forem obrigados a cortar custos para chegar à mesma despesa dos mais eficientes, a qualidade e o acesso dos doentes aos cuidados de saúde sairão prejudicadas?
Ninguém arrisca para já uma resposta.
DE 14.05.13
Ou nos enganamos muito ou esta espécie de borda-d´água hospitalar vai dar muito que falar.

Assim vai a Saúde

1. - Portugal exportador de mão de obra especializada 
Mais de 40 dos 70 enfermeiros que o hospital britânico Queen Elizabeth, em King's Lynn, quer contratar serão portugueses. Vão juntar-se aos 38 portugueses que já trabalham naquela instituição. E há outro hospital Queen Elizabeth, desta vez em Birmingham, que também quer recrutar em Portugal. A emigração de enfermeiros continua a crescer. JN 13.05.13 link 

2. A interminável saga da sustentabilidade dos hospitais portugueses.
Apesar do "buraco" nos hospitais estar a diminuir face a 2011 e os resultados terem melhorado 27%, os hospitais fecharam 2012 com resultados negativos de 300 milhões de euros. O "Diário Económico" escreve hoje que "os hospitais nacionais (EPE) do Serviço Nacional de Saúde fecharam o ano de 2012 com resultados negativos de 300 milhões de euros. De um total de 32 hospitais e centros hospitalares, apenas cinco apresentaram resultados positivos. Ainda assim, o "buraco" nos hospitais está a diminuir: face a 2011 e os resultados melhoraram 27%. Os dados constam do Relatório Preliminar de Benchmarking dos hospitais EPE, da Administração Central do Sistema de Saúde. O Benchmarking dos hospitais - exigido no memorando da troika - faz uma radiografia aos indicadores financeiros, económicos, de produtividade e de acesso de todos os hospitais e centros hospitalares do país". 
DE 13.05.13 

Mais uma peça de propaganda aprimorada a anteceder o anunciado pacote de medidas avulsas a aplicar à rede de hospitais do SNS.

Instalado o caos


nos serviços de radiologia
Crescem as listas de espera no público, há guerra de preços entre privados e algumas TAC, mamografias, ecografias e ressonâncias magnéticas são realizadas em contra-relógio e sem aparelhos adequados. Pode-se confiar no diagnóstico?
Na base, encontra-se uma boa ideia do ministro da Saúde, Paulo Macedo, que pretendia "internalizar" os exames complementares de diagnóstico e, assim, rendibilizar ao máximo a capacidade instalada dos hospitais públicos. Mas, para os doentes, deu maus resultados
O Ministério da Saúde já anunciou, (MCDT convencionados) , grandes poupanças: de €734 milhões, em 2011, os custos desceram, em 2012, para €652 milhões. Porém, exames tão importantes e sensíveis como as TAC ou ressonâncias magnéticas estão a demorar meses a fio a realizar-se, mesmo a doentes com patologias graves, que se aglomeram em listas de espera cada vez maiores.
Forçados a virarem-se, outra vez, para os operadores privados, os gestores hospitalares, cumprindo as ordens da tutela, de redução de despesas, impõem preços de dumping, para se ganhar um concurso público. Um caso recente ocorreu no Hospital de Santa Maria, em Lisboa. Acabou contratada uma rede de clínicas que, por exemplo, apenas factura €37,50 por cada TAC, quando, em 2009, o Estado considerava pagar  €109,71, como preço justo por esse exame. O segundo concorrente mais barato apresentava, para aquele item, €39 - ambos com preços abaixo dos tabelados pela Administração Central do Sistema de Saúde, já de si muito contestados. link
O tema aquecerá, a partir da próxima sexta-feira, 3, com a constituição formal de uma associação de médicos radiologistas (em Portugal, há cerca de um milhar destes especialistas). Em pré-lançamento, fundadores da nova entidade dizem que a tutela "está a criar um verdadeiro problema de saúde pública e a estimular más práticas, que vão ter custos diretos e indiretos muito elevados, quer para os serviços estatais quer, sobretudo, para os doentes, que são quem, no final, há de pagar". Estes médicos têm, desde já, o apoio do bastonário dos clínicos: "Em Saúde, o barato pode sair muito caro, principalmente aos doentes", repisa José Manuel Silva.
Armando Santos, presidente da ANAUDI, afirma que se está perto de destruir uma rede que levou mais de 30 anos a construir, responsável por cerca de 10 milhões de actos médicos por ano, uma verdadeira prestadora de cuidados ambulatórios do SNS. O  actual caminho conduzirá (inevitavelmente) à concentração empresarial com a formação de grandes grupos que hão-de fechar os pequenos centros de proximidade. Quando os operadores privados se reduzirem a sete ou dez, o Estado deixa de ter capacidade para impor preços. Acontecerá (então) o inverso.
Visão 02.05.13  link

A política cega de esmagamento de preços deste ministro da saúde conduzirá, inevitavelmente, à falência em série dos pequenos investidores proprietários de laboratórios (e farmácias). É mais uma grande oportunidade dada aos grandes grupos multinacionais por este governo liberal pacotilha.

"Why an MRI costs $1,080 in America and $280 in France"  link

We Have a Dream


Economia Nacional vencedora antecipada

O clássico que este sábado coloca frente a frente FC Porto e SL Benfica pode não decidir o próximo campeão nacional, mas vai, com toda a certeza, parar o país de norte a sul. Prevê-se que 50 mil espectadores encham o Estádio do Dragão, cerca de 4 milhões de espectadores acompanhem o desafio pela televisão e que muitos outros também o façam pelo mundo fora, durante perto de duas horas, ou não fosse este, provavelmente, o clássico mais importante dos últimos anos. Marketeers e anunciantes "esfregam as mãos" de satisfação com este cenário. Mais imprevisibilidade gera automaticamente mais vendas.
Perante a actual conjuntura, quem, ainda antes do apito inicial, já saiu vitoriosa deste desafio foi a economia nacional. Um estudo realizado pelo IPAM nas vésperas do clássico que opôs, no final do passado mês de Abril, "águias" e "leões" revelou que o derby teve um impacto económico de 14,5 milhões de euros. Dado o poder mobilizador que o jogo deste sábado terá face ao derby lisboeta, é de prever que este jogo faça parar o país e, a par disso, mexer, e muito, a economia nacional.
Quando praticamente todas as marcas e sectores de actividade lutam desesperadamente por estabelecer uma relação forte com os seus consumidores, o mundo do desporto não precisa mexer uma palha para o fazer. O velho ditado "podes mudar de casa, emprego ou de mulher... mas nunca de clube" revela uma característica única que o mundo do desporto ainda não soube verdadeiramente aproveitar.
Os consumidores de desporto são verdadeiros fãs que se dispõem a fazer qualquer coisa para estar perto da sua marca: dormir uma noite à porta do estádio para conseguir adquirir um bilhete; comemorar uma vitória abraçando as pessoas que estão ao seu lado sem as conhecer de lado algum; gritar, correr e chorar... tudo pela nossa paixão. Perguntem-se a vocês próprios, de todas as marcas a que são fiéis, por quais delas alguma vez seriam capazes de chorar. Revelador. Este estado emocional da relação entre os consumidores e as marcas de desporto transforma-nos em verdadeiros fãs, capazes de lutar e defender as nossas cores e paixões.
Se olharmos para os principais campeonatos europeus este ano, verificamos três realidades distintas. Em Inglaterra (Manchester United), Alemanha (Bayern de Munique) e Espanha (Barcelona) temos vencedores já encontrados há várias semanas, o que retirou há muito o interesse pela competição. Numa fase mais adiantada, também antes do final do campeonato, em Itália (Juventus), e França (PSG), os vencedores estão também já encontrados, retirando emoção às últimas jornadas.
Em Portugal, a duas jornadas do fim, tudo está ainda em aberto, existindo até a possibilidade de só encontrarmos o campeão no último segundo do campeonato. O sonho de qualquer marca ou marketeer. A economia nacional agradece.
Daniel Sá, JP 11.05.13

foto: Alfredo Correia (Moçambicanos)

DEO, gratias? ...


A ladainha de Paulo Macedo que está expressa no DEO nada difere na sua 'estrutura' da rábula de Paulo Portas no último fim-de-semana.
A par dos 'chamamentos' aos consensos políticos e sociais que o Governo adoptou para consumo externo - ou por imposição externa - os últimos desenlaces mostram que está a tratar da sua imagem interna à custa da encenação de fictícios 'espaços' ou 'palcos' de autonomia e liberdade.
Paulo Macedo - tal como Portas - não está no Governo a remar contra a maré 'gasparista' ou 'passista'. Estão todos envolvidos numa cruzada neoliberal que, como a História nos ensina, move-se por fundamentalismos. E tal como no passado foi observado em relação às religiões, este Governo 'lançou' um anátema semelhante: tudo o que é público será condenado à fogueira!
Temos de volta o 'santo ofício', no presente, a terçar armas pelos 'mercados' e fazendo uso 'pureza' do 'ajustamento'.
Deste modo, mais condicente com a realidade e para não perder o discernimento cívico será imperioso, prudente e avisado olhar para Paulo Macedo não como um 'resistente' à devastação neoliberal do País mas como um lídimo 'sacerdote' desta nova e trágica 'cruzada'...
Tornou-se necessário erguer um barreira divisória entre o que está a ser envolto em rebuscados 'dogmas' tecnocráticos e contabilísticos e a propaganda de uma gestão 'cuidada' e 'apolítica' que, de certo modo e por alguns sectores político-sociais, tem sido 'colada' ao desempenho do actual titular do MS. Porque a crua (e cruel) realidade mostra-nos que o percurso destes últimos anos tem sido insuportavelmente doloroso e maquiavelicamente enganoso: O SNS está a ser encaminhado - sejamos humanamente condescendentes - para uma 'morte assistida'DEO, gratias? 

E-Pá!

A saga do Oeste


Caldas da Rainha: Assembleia Municipal pede demissão de administrador hospitalar  link
A Assembleia Municipal das Caldas da Rainha aprovou, na terça-feira à noite, uma moção exigindo a demissão do presidente do conselho de Administração do Centro Hospitalar do Oeste (CHO) alegando não lhe reconhecer “competência para gerir” os dossiers relativos ao hospital termal e ao processo de reorganização dos cuidados hospitalares do Oeste, avança a agência Lusa.
A moção, proposta pelo PS, acusa Carlos Sá de falta de transparência e “má gestão” no processo de reorganização hospitalar, que prevê a distribuição de valências entre os hospitais que integram o CHO, ou seja, a unidades das Caldas da Rainha, Torres Vedras e Peniche.
..."acusa ainda os responsáveis pelo CHO de não terem tomado as medidas adequadas para resolver as contaminações bacteriológicas que levaram ao encerramento do hospital termal.
E ainda
Visita ao faroeste (do Bastonário da Ordem dos Médicos)
Fiquei impressionado.
Pela positiva, encontrei profissionais empenhados e de grande qualidade e serviços excelentes. Pela negativa, confirmei a estranheza e os riscos da constituição do Centro Hospitalar do Oeste (CHO), sem qualquer estudo e com os dois principais núcleos a distar 50 km. A ordem é cortar!
O Ministro da Saúde deve enfrentar a realidade e visitar o CHO, assim como os respetivos Serviços de Urgência, apinhados de macas e de doentes, muitos a aguardar vaga no internamento. Como querem reduzir o número de camas?!
E experimente o calor insuportável do bloco operatório do Hospital das Caldas, que vai ter de encerrar pois tem o ar condicionado avariado há meses. Espantoso!
Que mágoa o abandono do Hospital Termal, que tem um imenso potencial museológico, histórico, clínico, científico, termal e turístico. Pobre País, que não valoriza nem aproveita o que tem!  link
Mas, não é tudo!
Materiais médicos faltaram no Centro Hospitalar do Oeste  link
A administração do centro hospitalar do Oeste (CHO) confirmou a falta de utensílios médicos na unidade. A desconfiança deste tipo de rotura de material tem vindo a ser denunciada nas redes sociais e Carlos Sá confirmou que havia alguns problemas, mas assegurou que nunca foi posta em causa a segurança dos doentes.
A reorganização dos cuidados de saúde hospitalares no Oeste é o espelho da falta de rumo reinante. Corta-se, não importa onde sem pensar nas consequências que daí advêm para a população, para as gerações futuras e para a economia do país.
As decisões são tomadas no seio dos gabinetes, sem qualquer adequação à realidade, quiçá esquecendo-se de incluir na formula do excel algumas linhas, as quais desmentem o que tanto se quer provar!
 
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